05/01/2018 - 11:10
Ano Novo


Amados irmãos e irmãs,


“Vamos a Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos deu a conhecer” (Lc 2, 15b).


Iniciamos nosso ano celebrando o Santo Nome de Jesus em nosso calendário litúrgico anglicano. A centralidade do Cristo e o chamamento de Belém que nos remete a tal evento para iluminar as trevas do mundo e de nosso coração. Muitas festividades e fogos e pouco tempo para o Cristo. A futilidade e descompromisso de muitos cristãos que produzem regressos espirituais e concretos na vida das famílias e das comunidades cristãs.

Todas essas coisas não ofuscam a beleza do Nascimento do Salvador e o compromisso da família de Nazaré, sua caminhada pelo deserto entre as dúvidas de José e a dedicação de Maria iluminadas e guiadas pelo Espírito.

Um país quebrado e desestruturado politicamente onde a morosidade e a impunidade se apartam da justiça e muitos cristãos não querem ser incomodados com tais coisas. Mais vale uma igreja que tenha uma emotividade ‘carismática’, de piedades para operar milagres, nos tornar mais prósperos e cheia de boas emoções produzidas por um ‘evangelho’ de alienação. Uma comunidade cristã que alicerce nossas aparências e nos cobre sempre menos. Isso vale para nós clérigos, religiosos e leigos sobre a nossa consciência e pertença eclesiológica, onde o Deus da vida vomita todos esses falsos projetos.

 







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