10/07/2015 - 11:05
AS INSTITUIÇÕES E SEUS INTEGRANTES


A indagação na filosofia é vetusta e controversa: o homem é produto do meio em que vive? Responderam a questão positivamente ilustres figuras como Sócrates, Platão, Rousseau, Karl Max, Jean-Paul Sartre e outros.


Os que se opõem a tal, constroem o homem como senhor de todas as coisas e de sua própria vontade, capaz que é de, pela inteligência peculiar, distinguir o bem do mal. Pelo livre arbítrio, trilhar o seu próprio caminho.

São muitas as ordens iniciáticas construídas pelas variadas sociedades no mundo, fundadas no princípio de que é possível, pela inteligência, distinguir o bem e o mal.

O aperfeiçoamento das pessoas em vida é possível. A insistência de que o homem pode construir uma vida boa e virtuosa é a pedra filosofal que marca a existência das coisas humanas, sem o que tudo seriam apenas trevas.

O humano de bons costumes não nasce pronto. Esse é forjado na crença de que é possível sempre fazer o bem, gastar a inteligência para afastar-se do mal. 

No curso da vida a busca pelo bem sofre derrotas. Imperfeito que é, o humano poderá desviar-se do bom destino. Mas, a inteligência haverá sempre de iluminá-lo, recobrando assim o percurso desviado.  E, porque reconhecemos as imperfeições humanas, trabalha-se o perdão como a possibilidade de retomada do bem.

Existem errantes em toda as instituições sociais. Julgar as instituições pelos humanos que a integram é um erro. Não são todos bons. Nem todos são ruins.

Boa é a crença em que podemos construir uma sociedade de homens de bons costumes, aqueles que pela inteligência distinguem o bem do mal e procuram fazer sempre o bem. E, principalmente, perdoam os errantes, porque acreditam na possibilidade de que o humano pode mudar o seu destino durante a 

Bons Costumes é a eterna busca e o Eterno Trabalho!

 


Dr Alexandre Ogusuku.

Conselho Maçônico Sorocaba e Votorantim







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