07/12/2015 - 16:25
O ESPETÁCULO DE UMA COMPETIÇÃO


Em 2005, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu, para 2005, o Ano do Desporto e da Educação Física. E é caso para perguntar-se: discutiram-se, na ONU, os magnos problemas referentes a um desporto que surgisse como contra-poder ao poder das taras dominantes? Por que será que o desporto mais publicitado e propagandeado é o altamente competitivo, nas mãos de endinheirados que não se dão a conhecer?

Ninguém pode esconder que, no espetáculo de encerramento dos Jogos Olímpicos, negros e brancos, muçulmanos e cristãos, africanos e asiáticos, enfim, atletas de todas as crenças religiosas e políticas confraternizam fraternalmente.

Mas, no mundo hodierno, são inúmeros os conflitos existentes e a festa de encerramento dos Jogos Olímpicos tem a duração, unicamente, de um dia! Frequentemente, a competição, no desporto, designadamente no futebol altamente competitivo, impede uma sensata cooperação entre os clubes. É o desporto a reproduzir e a multiplicar a violência que se esconde na sociedade de mercado para onde alguns governos nos querem empurrar.

O homem do nosso tempo entrou em desacordo com a esperança, mitologicamente a esperança foi o último item da caixa de Pandora que fugiu juntamente com as pragas e as doenças, ainda há uma vontade imparável de criar alternativas ao que está institucionalizado, para que uma nova esperança renasça.

O Desporto tem de estudar-se, investigar-se, conhecer-se à luz do pensamento holístico, típico das ciências hermenêutico-humanas, com essas informações os cientistas passaram a fazer filosofia, renascendo assim toda a velha filosofia da natureza ambiental e humana; crise decorrente pela microcefalia da civilização, exageradamente desconforme para uma cultura que ainda está em gestação difícil devido a falta de comprometimento consigo mesmo com a higiene básica necessária, e aproveito o espaço para cá deixar os conceitos de prevenções sobre a saúde:

a) Conceitua-se como prevenção primária todas as ações educacionais ou intervenções clínicas que impedem a ocorrência do problema. Podemos classificar como prevenções primárias : as campanhas de vacinação; os serviços de orientação e prevenção de aci­dentes nos locais de trabalho; a formação de grupos de orientação de pais ou adoles­centes, visando abordar algumas condições que podem ocorrer durante esse período de desenvolvimento. Através da prevenção primária pode-se eliminar totalmente a ocor­rência de algumas dificuldades, pois essas ações impediriam que a pessoa adquirisse a patologia ou incapacidade, se intervindo antes que o problema ocorresse. Este nível de prevenção é o mais favorável, pois envolve os menores custos financeiros e promove as melhores condições de vida para a população.

b) A prevenção secundária ocorre através do diagnóstico precoce e da rápida interven­ção, oferecendo-se o tratamento adequado no início dos sintomas. O acesso aos meios de diagnóstico e orientação é a principal conduta a ser adotada para que este proce­dimento ocorra a contento.. Os custos operacionais serão um pouco maiores do que na prevenção primária, porém se pode impedir que as condições incapacitantes se tornem permanentes;

c) A prevenção terciária, por sua vez, ocorre quando o indivíduo sofre alguma forma de agressão que o incapacite permanentemente; neste caso, será possível desenvolver ações de reabilitação e medidas que evitem seqüelas mais graves. Este é o meio de pre­venção mais oneroso e que impede o prosseguimento da atividade produtiva do sujeito, exigindo uma re-estruturação na vida da pessoa, ou seja estamos na prevenção terciária dentro de um caos;

A crise proveniente da ausência de diálogo entre as religiões e também que cessem a religiosidade castradora, linear e limítrofe dentro de seu próprio clero; crise pela ausência de valores que julgávamos terem o selo de garantia da eternidade; crise pela insegurança que o terrorismo onipresente provoca; crise ainda pela morte do Estado-Providência que nos sustentava com as diversas bolsas que alimentam a pobreza, incentivando a quantidade e o número absurdo de crianças pelo simples facto de aumentar valor na bolsa família, motivando a homeostase e a ampliação da zona de conforto, em cada um de nós seres pensantes, há ainda alguma confiança no futuro; crise que sobe da juventude, anciosa de inventar uma sociedade à imagem e semelhança dos seus sonhos, mas que sonhos sendo que alguns ainda vivem na realidade do nem-nem, dos seus anseios e das suas utopias, mas o que é Utopia?; crise porque o mundo continua desigual, com zonas de riqueza e de pobreza, mercê de uma injustiça e de uma exploração, que nos devia envergonhar.

Mas, passada que foi a crise, o homem de quinhentos e o de setecentos(homem greco-romano) criaram uma realidade estável em que julgavam caber com garantias de tranquilidade no período greco-romano.







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