06/02/2016 - 12:21
A ociosidade...


Estamos vivenciando uma era de grandes avanços tecnológicos, na qual a internet está revolucionando os meios de comunicação do mundo inteiro.

Quer sejamos adeptos ou não, essa nova tecnologia é um fato consumado e está presente nas principais atividades profissionais, sociais e culturais que realizamos.

Isso tudo sem falarmos da parte administrativa, dos registros contábeis e das transações bancárias, que sem o uso da internet, elas praticamente não funcionam nos dias de hoje.

Até o “leão” da Receita Federal rendeu-se a ela, pois agora só aceita que preenchamos nossa declaração de imposto de renda eletronicamente, e façamos o envio por meio de um programa próprio, baixando um aplicativo do site da Receita Federal.

Como podemos notar, é chegado o momento de nos atualizarmos, pois a cada dia, a cada instante, nos deparamos com coisas novas.

Mas, o que me preocupa é o fato de muitas pessoas estarem ociosas, permanecendo alheias ao mundo atual, não executando tarefas inteligentes e produtivas.

A mente queridos amigos é uma ferramenta extraordinária, a qual deverá constantemente estar em atividade para que possamos exercitar cada vez mais os nossos neurônios.

Devemos sim exercitá-los, mas com coisas úteis e que possam contribuir com o nosso desenvolvimento intelectual e espiritual.

A ociosidade não se restringe só ao fato de estarmos parados, inertes e com a mente vazia só pensando na morte da bezerra. Mas também atinge àqueles que só preenchem a mente com coisas fúteis, totalmente inúteis do tipo Big Brother da vida, e outros programas recheados de amenidades.

Precisamos combater a ociosidade, ela é um canal que abre as portas à depressão, uma doença terrível que está na moda atualmente.

Apesar da utilidade dos meios eletrônicos, precisamos achar um tempo para exercitarmos nossos neurônios, lendo bons livros, bons jornais, e sempre que possível escrevendo e frequentando boas palestras, para que possamos ser mais úteis a nós mesmos e com isso darmos um basta, um não para a ociosidade.

Um velho e muito conhecido provérbio diz o seguinte: “A ociosidade é a mãe de todos os males”.

 

Coluna publicada na página 11 da edição 154 da Gazeta de Votorantim de 6 a 12 de fevereiro de 2016







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