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Sai laudo toxicológico da mulher encontrada morta na represa

Jorge Silva/ Gazeta de Votorantim

                                                                               Luiz Fernando Moura
 (programa de estágio)

Chegou à Delegacia Central de Votorantim na última quarta-feira (7) o laudo toxicológico da jovem Juliana Jovino, 24 anos, que foi encontrada morta na represa de Itupararanga no último Natal (25/12).

O resultado do exame apontou que o corpo estava em estado de putrefação, sendo assim, não foi possível identificar se no dia da morte a moça havia ingerido bebida alcoólica ou utilizado algum tipo de entorpecente. 

Segundo o delegado José Antonio Proença, do setor de homicídios, o resultado inconclusivo do laudo não significa que as investigações pararão. “Ainda vai ser feita uma investigação. Não se sabe do que ela morreu, mas existem outras questões. Temos que saber como ela foi parar lá, ela pode ter sido morta? Mas, às vezes, o caso pode não ser esclarecido”, conclui o delegado.

Relembre o caso

O corpo de Juliana Jovino foi encontrado boiando na represa de Itupararanga apenas com roupas íntimas e não registrava sinais de violência.
 
A família contou que no domingo (24), a moça tinha saído de sua casa, no bairro Nova Esperança, em Sorocaba, junto com a sua filha de dois anos, informando que passaria o Natal na casa de uma amiga. Pessoas que estavam no local informaram à polícia que viram ela saindo da casa da amiga com um rapaz e a criança.

A menina foi encontrada apenas de fralda próxima a uma árvore, no bairro Jardim Eldorado, em Sorocaba, pela manhã da segunda-feira (25). Familiares a identificaram após uma publicação feita nas mídias sociais. 

O homem que foi visto com a moça compareceu no 2º Distrito Policial da cidade 15 dias após a morte dela para confessar sua participação no episódio criminal. 

C. R. N., 33 anos, informou que no dia do ocorrido, eles haviam feito uso de drogas e bebida alcoólica, quando a moça teria começado a passar mal e ficado roxa. Sem saber o que fazer e embriagado, ele disse que deixou a criança no bairro Jardim Eldorado e horas depois foi até a represa de Itupararanga, deixando o corpo da mulher desacordado na água, achando que ela estava morta. O laudo inicial apontou que ela morreu afogada. (supervisão: Luciana Lopez)

Texto publicado na página 11 da edição 254 da Gazeta de Votorantim de 10 a 16 de fevereiro de 2018










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