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16/04/2018 - 10:42
Demanda das empresas por crédito dispara no Brasil

Após enfrentar a mais dura crise da história do País, setor empresarial inicia retomada e registra uma leve recuperação nos índices de inadimplência
 Foto: Divulgação  

Em meio à queda da inadimplência do setor empresarial, a alta demanda dos empresários por crédito tem sinalizado, a cada dia, uma melhora no ambiente de negócios em 2018. 

Dados do Banco Central revelam que, nos últimos 12 meses, a taxa de juros para pessoa jurídica caiu 6,4 pontos percentuais, acompanhada de um aumento na concessão de crédito de 2,8%.

Apenas no primeiro bimestre, a liberação de crédito subiu 15,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Melhores condições

Esse é um sinal positivo que mostra a melhora no quadro econômico brasileiro. Como a taxa básica de juros, a Selic, está na mínima histórica de 6,5% ao ano, em um cenário de inflação baixa, fica mais fácil tomar empréstimos, investir e aumentar a capacidade produtiva.

Sócio de uma marca de óculos, o publicitário Hugo Isac está acostumado a se endividar para enfrentar momentos de baixa, próprios do setor de varejo. Com a melhora na economia, ele quitou o que devia e agora espera colher os frutos do investimento.

“O ano passado foi bom por causa disso. Pegamos empréstimos nos anos anteriores e terminamos de pagar agora ao final do ano passado. Quitamos todos eles e reduzimos o endividamento”, pontuou.

Inadimplência

O caso do publicitário é apenas um dos cerca de 500 mil empresários que saíram da inadimplência desde fevereiro do ano passado e hoje já respiram com mais fôlego. O endividamento caiu, assim como os pedidos de falência, que recuaram 24,9% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado.

No caso dos varejistas, a procura por crédito cresceu 2,38% no ano passado, depois de sofrer uma queda brutal em 2016, quando essa demanda caiu 13,79%. “Sinaliza que a necessidade de abastecimento do varejo [...] está sendo retomada, com expectativa de melhoria no faturamento, volume e rentabilidade dos agentes de distribuição”, aponta o diretor da Serasa Experian, Marcelo Leal.

 

Fonte: Portal Governo do Brasil










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