Anterior

Jogo do Brasil e feriado estadual alteram a agenda da Câmara

05/07/2018

Anterior

Próxima

Inscrições para o Prêmio Sorocaba de Música foram prorrogadas até o dia 15 de julho

05/07/2018

Próxima
05/07/2018 - 13:11
Procedimento cirúrgico reverte encurtamento causado por acidentes e doenças

Alongamento ósseo também é procurado com finalidade estética por pessoas que querem ficar mais altas; ortopedista fala sobre cirurgia, indicações e recuperação
 Foto: Imagem Ilustrativa 

São muitos os fatores que podem levar à dismetria dos membros inferiores, isto é, possuir uma perna maior do que a outra. As causas podem incluir: deformidades ósseas, acidentes, traumas, fraturas, transtornos degenerativos, desgastes ósseos, dentre outros.

Dr. Iuri Stachurski, médico ortopedista especialista em trauma e reconstrução óssea da clínica Ápice Medicina Integrada, de Sorocaba (SP), explica que quem sofre com este problema costuma mancar, além de apresentar outros sintomas. “A dismetria provoca dor, dificuldades para caminhar e dependendo da diferença entre o tamanho das pernas, causa deformações de coluna, desvio de postura e também a degeneração dos discos vertebrais”, afirma.

O diagnóstico é feito pelo médico ortopedista, que irá medir os membros e comparar diversos pontos da estrutura física do paciente a fim de identificar diferenças que possam provocar problemas.

Dr. Iuri conta que o tratamento para corrigir esta discrepância inclui diversas técnicas. “A dismetria pode ser tratada com fisioterapia, alongamentos, uso de cunhas de elevação, dentre outros”, elenca.

No entanto, quando estas possibilidades de tratamento são insuficientes para corrigir o problema, é indicada a cirurgia de alongamento ósseo, na tentativa de corrigir o tamanho dos membros. “O procedimento cirúrgico para igualar o tamanho das pernas é complexo, no entanto, apresenta resultados muito satisfatórios”, comenta. “A técnica consiste em cortar o osso mais curto e instalar fixadores externos e hastes metálicas que os sustentem. Após a primeira cicatrização, os fixadores são distanciados, deixando o osso mais comprido. Depois disso, é preciso aguardar a regeneração do osso, até a completa cicatrização, o que pode levar até oito meses”, detalha o médico.

Após a cirurgia há uma mudança na rotina do paciente. “A fisioterapia passa a ser uma atividade muito importante e que deve ser feita durante toda a recuperação para que o risco de complicações diminua e que o resultado final seja o melhor possível”, aconselha o ortopedista.

Alongamento ósseo desperta interesse para fins estéticos

Algumas pessoas com baixa estatura procuram o procedimento de alongamento ósseo com o objetivo de ficar mais altas. “Nestes casos, a cirurgia é considerada estética, pois não há, necessariamente, um problema físico que a justifique. Quando isso ocorre é necessário conscientizar o paciente da complexidade do processo, longo tempo de recuperação e riscos. Até mesmo o acompanhamento psicológico é recomendado nesta primeira etapa em que há o interesse pela cirurgia”, fala Dr. Iuri, que complementa. “Quando toda a fase pré-cirúrgica corre bem, é feita a cirurgia, que possui o mesmo processo de recuperação do alongamento ósseo feito por necessidade médica”.

“O alongamento ósseo para fins estéticos não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e nem é coberta por planos de saúde. Quem tem este objetivo precisa custear todo o processo de forma particular. No caso de necessidade médica, como quando há encurtamento ósseo por conta de sequelas de acidentes, existe a cobertura, tanto pelo SUS, quanto pelos planos de saúde”, conclui Dr. Iuri Stachurski.

A Ápice Medicina Integrada, fica na Rua Eulália Silva, 214, no Jardim Faculdade, em Sorocaba (SP). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (15) 3229-0202, pelo site: apice.med.br ou pelo Facebook: facebook.com/apicemedicinasorocaba.

 

 

 

Fonte: Q Notícia










Deixe seu comentário



Newsletter
Cadastre seu email e receba nossos informativos e promoções de nossos parceiros.