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23/10/2018 - 15:18
Avenida Rogério Cassola é alvo de reclamações
 Foto: Ivana Santana 

Ivo Alves


Ivana Santana
 
A avenida Rogério Cassola, na divisa do bairro Parque Jataí, em Votorantim, tem sido alvos de constantes reclamações de munícipes. A falta de sinalização adequada, semáforos, lombadas e/ou radares, e ainda a situação da via, que conta com muitos buracos, preocupa pessoas que moram e transitam pelo local. Pela falta de redutores de velocidade na longa avenida, os munícipes relatam que carros passam constantemente em alta velocidade no local. A avenida é uma importante via de acesso para os bairros Itapeva, Parque Jataí, Parque Santos Dummont, Jardim Serrano e adjacências.
“As pessoas passam correndo muito aqui. De madrugada, então, dá até medo. Têm muitos caminhões que passam também, eles sempre descem em alta velocidade. E já teve acidente grave aqui, já vi muitas batidas. Um tempo atrás teve uma batida aqui, na qual um amigo meu perdeu um familiar, que faleceu aqui na avenida, por falta de sinalização, radar e semáforo”, destaca o autônomo Ivo Alves, de 42 anos, que mora no bairro Votocel, mas passa pela Avenida Rogério Cassola todos os dias.
“Um dos grandes problemas é a falta de respeito dos motoristas. É perigoso até para os pedestres. Esses dias eu vi um acidente, no qual um carro foi entrar no cruzamento e bateu em uma mulher que estava de moto, e a moto foi parar na calçada. Esse acidente com certeza aconteceu por falta de sinalização. Se tivesse uma sinalização adequada na via, o acidente não aconteceria. A turma não respeita de jeito nenhum o cruzamento. Seria bom um semáforo, porque respeito não tem”, comenta a diarista Janaína Augusto da Silva, de 40 anos. Ela mora na avenida e afirma que sempre há muito fluxo de veículos no local, principalmente em horários de pico, no começo da manhã e final da tarde. Outro problema que ela cita são os buracos na via: “às vezes os carros, motos ou caminhões vão desviar dos buracos e quase batem em outros veículos que estão passando”.
 
Rotatória
O cruzamento ao qual Janaína se refere na fala acima é a rotatória, que fica na interligação da avenida Rogério Cassola com a avenida Antonio Castanharo, por onde cruza a avenida Antônio Lopes dos Santos. O vereador Pastor Dr. Luiz Carlos (PSL) já fez dois requerimentos sobre o local. Em março de 2017, ele questionou a Prefeitura sobre a possibilidade de instalar um conjunto semafórico na rotatória e ainda questionou: “caso não seja possível instalar semáforos no referido local, de forma imediata, há possibilidade de instalar ‘tachões’ ou outro tipo de ‘redutor de velocidade’, no referido cruzamento, bem como providenciar a revitalização da sinalização de solo e a implantação de placas?”.
Na época, a Prefeitura respondeu que a Secretaria de Mobilidade Urbana estava realizando estudos e desenvolvendo projetos, a fim de efetuar melhorias no local. Porém, até o momento, os semáforos e/ou redutores de velocidade não foram implantados. Por isso, em 04 de setembro deste ano, o vereador apresentou novamente o requerimento. Em 21 de setembro, a Prefeitura respondeu que “a Equipe Técnica do Departamento competente, junto com a Empresa responsável, fará diligência ‘in loco’, e posteriormente, estando em conformidade, tomará as providências cabíveis”.
“Muitas pessoas passam pela Avenida Rogério Cassola e é um lugar perigoso. Já teve acidentes. Então, junto a esse trabalho que eu apresentei do conjunto semafórico vem também outras reivindicações de outros colegas vereadores e também da população, que é com relação à sinalização, uma melhoria na sinalização do cruzamento. Porque o cruzamento tem um grande número de veículos que transitam. E nós queremos também que na Rogério Cassola haja um redutor de velocidade, no caso uma lombo-travessia ou mesmo uma lombada, para diminuir um pouco o risco de acidentes aqui”, destacou o vereador em entrevista.
A nossa redação questionou a Prefeitura sobre as reivindicações e reclamações e recebeu como resposta: “o Departamento de Trânsito e Transportes informa que a via está regulamentada para velocidade de 60 km e vai solicitar tanto para a Guarda Civil Municipal quanto para a Polícia Militar para intensificar a fiscalização. Quanto ao recape até o momento não há previsão”.


Reportagem publicada na edição n°290 da Gazeta de Votorantim de 20 a 26 de outubro de 2018, página 05.

 










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