Anterior

Ruas do Itapeva são recapeadas e vereador acompanha as obras

13/12/2018

Anterior

Próxima

Câmara dos Deputados aprova projeto que prevê simetrização das mamas para pacientes com câncer

13/12/2018

Próxima
13/12/2018 - 10:31
Governador assina regulamento do Fundo de Investimento Imobiliário e autorizo de venda da Cesp

O Fundo de Investimento Imobiliário do Estado de São Paulo conta com um portfólio de 264 imóveis de um estoque de mais de 5 mil, presentes em todas as regiões do Estado
 Foto: Divulgação 

Além disso, a empresa receberá uma remuneração média de R$ 80 mil/mês para administrar a carteira


O governador Márcio França aprovou nesta segunda-feira, 10, o regulamento que estabelece as regras de funcionamento do Fundo de Investimento Imobiliário do Estado de São Paulo (FII). O consórcio Socopa & TG Core foi vencedor do pregão para contratação de serviços técnicos especializados para estruturação, administração, custódia e operação do FII, realizado em 30/1, que ficará responsável pela administração do fundo por cinco anos, podendo ser prorrogado.

 

Durante o evento, também foi formalizada a assinatura do autorizo do contrato de venda da Companhia Energética de São Paulo (Cesp). “Estamos concluindo um processo importante. A vencedora do leilão foi a Votorantim, ao lado de outro grupo estrangeiro. Não tem mais sentido o Estado ficar gerenciando uma companhia de energia elétrica. A partir de agora, o setor privado fará isso”, ressalta o governador Márcio França. 

 

Fundo de Investimento Imobiliário

 

O Fundo de Investimento Imobiliário do Estado de São Paulo conta com um portfólio de 264 imóveis de um estoque de mais de 5 mil, presentes em todas as regiões do Estado. A carteira do fundo é estimada em R$ 1 bilhão e a empresa terá 0,2% de cada imóvel vendido - podendo chegar, portanto, a R$ 1,94 milhões, se todos forem negociados. Além disso, a empresa receberá uma remuneração média de R$ 80 mil/mês para administrar a carteira.

 

São Paulo é pioneiro na criação de um mecanismo para otimizar e racionalizar os recursos públicos disponíveis com a venda desses imóveis, que representa não apenas o ingresso de valores no Tesouro Estadual, mas também uma importante redução de despesas administrativas e de custeio.

 

A experiência tem sido seguida por outros Estados como Bahia, Alagoas e Goiás, além do governo federal, que firmou acordo de cooperação com a Companhia Paulista de Parcerias - CPP, empresa do Governo do Estado de São Paulo responsável pelo projeto.

 

 

 

 

 

Fonte: Assessoria de Imprensa - Secretaria da Fazenda










Deixe seu comentário



Newsletter
Cadastre seu email e receba nossos informativos e promoções de nossos parceiros.