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Bruno Martins reassume presidência da Câmara de Votorantim na tarde desta sexta-feira
 Foto: Divulgação 

Bruno Martins reassume presidência da Câmara de Votorantim

Por: Ivana Santana

 

O vereador Bruno Martins (sem partido) reassumiu a presidência da Câmara na tarde desta sexta-feira (11). Para cumprir a decisão liminar da Justiça, que suspendeu a posse do vereador Alison Andrei Pereira de Camargo, o Pastor Lilo (PMDB) como presidente da Câmara de Votorantim para o biênio 2019/2020, a Mesa Diretora anterior retomou os trabalhos. “Assumi a presidência a partir das 16h30 desta sexta-feira”, afirma Bruno.

 

Secretários divulgaram que reassumiram pela manhã

A assessoria de imprensa do vereador Adeilton Tiago dos Santos, o Ita (PPS), segundo secretário da Mesa que reassumiu os trabalhos, divulgou que a Mesa já havia reassumido os trabalhos na manhã desta sexta-feira: “na ausência do presidente Bruno Martins (sem partido), que estava em viagem, e com o cargo de vice-presidente vago – José Antônio de Oliveira (DEM), o Gaguinho, está de licença – foi o Pastor Dr. Luiz Carlos (1º secretário) e Adeilton Tiago dos Santos (PPS), o Ita (2º secretário), que receberam, por volta das 9h desta sexta-feira (11), a notificação judicial determinando a retomada dos trabalhos pela Mesa Diretora anterior”.

Segundo a assessoria do parlamentar Ita, os funcionários comissionados que coordenavam determinados setores foram exonerados: “pelo menos por enquanto, ficam vagos os cargos de diretor-geral, consultor jurídico, assessoria de comunicação, coordenador de RH, compras e transportes”. O vereador Pastor Dr. Luiz Carlos dos Santos (PSL), explicou que as vagas devem ficar em aberto até que a Justiça dê um desfecho para o imbróglio. “Se houver a necessidade podemos nomear funcionários efetivos para ocupar esses cargos de forma provisória”, acrescenta.

Porém, o presidente Bruno Martins disse que os secretários “não poderiam ter assinado nada sem a presidência. O artigo 15 do Regimento fala que todos devem assinar”. Por isso, Bruno afirma que a posse oficial da Mesa se deu durante a tarde, quando ele esteve presente.

 

Lilo acredita que juíza pode validar sua chapa

No último dia 19 de dezembro, em meio a discussões, gritos e confusão, duas eleições aconteceram. A primeira, considerada oficial e conduzida pelo então presidente da Câmara, Bruno Martins, elegeu a chapa liderada pelo Pastor Lilo. Descontentes com a participação do vereador Gaguinho, que estava de licença programada e tinha uma suspensão a cumprir, alguns parlamentares realizaram uma segunda votação, comandada pelo primeiro e segundo secretários da então Mesa Diretora, que elegeu a chapa encabeçada pela vereadora Fabíola Alves da Silva Pedrico (PSDB) e contou com o voto do vereador suplente de Gaguinho, o Pastor Tonhão (DEM).

A Justiça havia determinado a suspensão da posse da Mesa Diretora eleita em 19 de dezembro e presidida pelo Pastor Lilo na última quinta-feira (10). Pastor Lilo havia assumido a presidência no último dia 01, alegando que havia sido eleito de forma legítima na votação que ocorreu em dezembro. Porém, a chapa adversária havia questionado o resultado na Justiça, alegando que a votação que elegeu Lilo foi irregular.

“Agora, eu estou suspenso até que o processo seja concluído. Foi como se a juíza dissesse ‘vamos parar o que está acontecendo e ouvir a outra parte’, porque até então ela só havia ouvido a chapa adversária [que entrou com a ação]. Mas na liminar a juíza cita que minha chapa foi eleita. Ela deixa bem claro que está ‘suspendendo a chapa eleita’. Acredito que agora a juíza vai estar ou validando a nossa chapa ou vai determinar uma nova eleição”, explica o Pastor Lilo.

Na liminar do último dia 10, a juíza destacou que a licença do vereador José Antônio de Oliveira, o Gaguinho (DEM), foi “abruptamente interrompida em desacordo com o disposto no artigo 23, III, parte final da Lei Orgânica do Município e no artigo 47, III, do Regimento Interno da Câmara (fls.27, 52, 91 e 142)”. Ela também cita o afastamento do parlamentar devido a decisão da Comissão de Ética. O Pastor Lilo entende que a juíza apenas fez um apontamento sobre o Gaguinho, mas que ela não questiona diretamente o voto do Gaguinho: “a juíza não fala de voto. Ela fala apenas da interrupção da licença do Gaguinho”.










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