Anterior

Samu promove treinamento sobre atendimento pré-hospitalar com profissionais da saúde

18/09/2019

Anterior

Próxima

Acidente grave em Votorantim entre carro e caminhão deixa vítimas

18/09/2019

Próxima
18/09/2019 - 15:54
Professor da Uniso está entre semifinalistas de concurso da NASA


O professor Thomaz Augusto Guisard Restivo, do Programa de Pós-Graduação em Processos Tecnológicos e Ambientais e de quatro cursos de Engenharia da Universidade de Sorocaba (Uniso), está entre os 25 semifinalistas de uma competição desenvolvida pela NASA, a agência aeroespacial dos EUA. O projeto desenvolvido por ele apresenta a liga metálica mais dura do mundo, por isso recebeu o nome de diamante metálico. É a única ideia de um país em desenvolvimento selecionada pela agência.

A competição de ideias, chamada de NASA iTech, é desenvolvida todos os anos, recebendo projetos de inovação do mundo todo. O professor Thomaz Restivo está entre os 25 semifinalistas do segundo ciclo de 2019, que tem em sua maioria pesquisadores norte-americanos, mas também participantes da Espanha, Alemanha e Austrália. No próximo dia 20 de setembro, a NASA divulgará a lista com os 10 melhores trabalhos, que serão apresentados por seus autores aos tecnologistas-chefes da agência e a investidores, nos Estados Unidos.

O professor Thomaz Restivo conta que a liga metálica é desenvolvida por ele, com participação de dois alunos de Iniciação Científica, Wellington Rafael Padilha e Fábio Henrique Miranda da Silva, e um do Mestrado, Rafael Fonseca Beccari, há cerca de um ano. Essa liga metálica é considerada a mais dura que existe no mundo, sendo composta de 6 a 10 elementos. No concurso de ideias, na verdade, foram apresentados quatro tipos de liga, sendo uma a principal. Ela é mais dura, inclusive, que as chamadas cerâmicas técnicas.

Não à toa foi chamada de diamante metálico, já que o famoso cristal é o mais duro material de ocorrência natural que se conhece. Essa nova liga também se comporta como um diamante, podendo ter aplicação futura em ferramentas de corte, matrizes, moldes ou mesmo peças para turbinas de avião, entre tantas outras finalidades. Quando a NASA se interessa por um material desse, diz o professor, é porque visualiza aplicações no futuro na área em que atua.

Para o professor Thomaz Restivo, é um orgulho fazer parte desse seleto grupo de 25 semifinalistas, que reúne projetos de ponta que estão sendo desenvolvidos no mundo. “É um importante reconhecimento, sem dúvida”. Vale lembrar que o projeto é o único semifinalista vindo de um país em desenvolvimento, o que comprova a qualidade da ciência desenvolvida por aqui. A concepção de todo o projeto do diamante metálico teve a Uniso como ambiente acadêmico. Já a fusão do material foi feita nos laboratórios do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen).

 

 

Fonte: Assessoria Uniso










Deixe seu comentário



Newsletter
Cadastre seu email e receba nossos informativos e promoções de nossos parceiros.