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Suspeito de assassinato em Ilha Comprida se apresenta a Polícia em Votorantim
 Foto: Divulgação/ Policia Civil de Ilha Comprida 

 

O suspeito de assassinar um idoso de 68 anos e enterrá-lo no quintal da própria casa, na Ilha Comprida, se apresentou nesta sexta-feira (22) juntamente com seu advogado na unidade do 2º Distrito Policial de Votorantim, após ser divulgada a notícia de que ele era procurado. O suspeito tinha um mandado de prisão temporária decretado por um outro crime na cidade de Itu.

Wesley Eduardo de Oliveira, de 29 anos, foi apontado como suposto autor pelo próprio pai, que decidiu colaborar com as investigações após a Polícia suspeitar que um primo do acusado fosse o autor do crime.

 

Entenda o caso

O crime foi descoberto na quarta-feira (13), após familiares perceberem a ausência do idoso. A vítima, Moises Ribeiro da Silva, trabalhava como ajudante de pedreiro e residia sozinho na Ilha Comprida. Seus filhos, moradores de Itapevi e de Embu das Artes, após não conseguirem estabelecer contato com o pai, desconfiaram de que algo poderia estar acontecendo. O último contato com a vítima foi em 11 de novembro. No dia 13, eles receberam um telefonema de um homem que informou que o idoso teria ido viajar e deixado a casa sob seus cuidados. Os filhos estranharam o fato, foram até a casa do pai e encontraram o imóvel ocupado por três homens, sendo que um deles chegou, inclusive, a acompanhar os filhos até uma unidade policial para registrar o desaparecimento. Para a Policia Militar, o homem se identificou dando o nome de um primo, com quem é parecido. No local, foram orientados a ir até a delegacia. Nesse momento, o homem saiu com a bicicleta do idoso e não retornou mais.

Um dos filhos encontrou sangue na coberta da cama e respingos pela casa, logo depois desconfiou de um amontoado de galhos no quintal e também percebeu que a terra estava fofa. Ao cavucar, encontrou uma lona com cal e, em baixo, o corpo do pai com ferimentos de perfurações.

Segundo o delegado titular de Ilha Comprida, Carlos Eduardo Eiras Alves, o acusado, que é usuário de drogas, teria confessado para andarilhos que havia matado o homem a tesouradas, e pediu auxílio para enterrá-lo.

Uma motoneta pertencente a vítima foi vendida por Wesley para uma adolescente. A Polícia Militar conseguiu recuperar o veículo. Também foram roubados um celular, documentos, cartões bancários e a bicicleta usada na fuga do acusado que estava ocupando a residência, localizada no balneário Leão de Iguape.

Ao checar as informações dadas pelo acusado à Polícia Militar, a Polícia Civil notou que não se tratava da mesma pessoa e sim de um primo, momento em que o pai do acusado sugeriu a Polícia que o filho poderia ser o criminoso por já possuir histórico no crime. O pai ainda revelou que não concorda com a atitude do filho.

O acusado teria chegado até a vítima após pedir para realizar serviços afim de obter dinheiro para regressar para a sua cidade.

Segundo o delegado Carlos Eiras, esse latrocínio foi o segundo crime contra a vida ocorrido neste ano na Ilha Comprida, após a cidade ficar por dois anos sem crimes dessa natureza.

 



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