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O peso na balança: massa magra ou gordura? Saiba como identificar
 Foto: Divulgação 

Uma vida saudável está associada a um conjunto de ações, que envolve alimentação, prática de exercícios físicos e acompanhamento profissional, que ajudará, inicialmente, a separar alguns conceitos para que tratamentos tenham sucesso. De acordo com a psicóloga e especialista em emagrecimento, Aline Del Rio, muitas vezes, a pessoa sobe na balança, mas não sabe distinguir se seu peso corresponde a gordura ou massa magra. Ela comenta, ainda, às vezes, a pessoa está no peso ideal, porém se mostra insatisfeita.

Embora considere menos importante, Aline comenta que o Índice de Massa Corpórea (IMC) é um dos parâmetros usados pela Organização Mundial da Saúde. Nesse cálculo, o peso é dividido pela altura ao quadrado. “Dessa conta, chega-se a um resultado que indicará, através de uma classificação, se a pessoa está no peso normal ou sobrepeso, assim como o grau de obesidade. Quando esse número está acima de 25, podemos considerar que ela já está sobrepeso.”

A especialista pondera ter algumas ressalvas quanto ao IMC. “Não considero o parâmetro mais importante porque a pessoa que, pelo IMC, pode ter sobrepeso, mas tem uma composição corporal com massa magra alta e gordura baixa, é considera saudável. Então, esse é o que usamos, inicialmente, para saber se a pessoa está acima do peso ou não.”

Ela explica também que quem faz musculação tem massa magra alta e gordura baixa e, na balança, pode não apresentar tanta diferença. “A massa magra, o músculo, tem uma densidade maior. Um quilo de músculo tem um volume muito menor que de gordura. Então, a gente pode estar mais fininho, com redução de medidas, com roupas largas, mas o nosso peso da balança não muda muito devido ao aumento de massa magra.”

Assim, se a balança está acima do peso, a primeira coisa a se fazer é tomar uma atitude, questionando-se quanto a mudanças e procurando um profissional que possa passar orientações de maneira correta. “Hoje, na internet, achamos várias dietas, sugestões que podemos fazer, mas o profissional sempre vai saber orientar e trazer um tratamento mais individualizado para aquela pessoa, como um exame de bioimpedância para identificar massa magra, gordura visceral, e montar um protocolo de tratamento a partir de dados individuais”, frisa destacando que o papel do profissional é não só montar um tratamento, mas orientar para que a vida não seja colocada em risco com loucuras.

Aline alerta que o corpo tem uma tendência em reter gordura, que é fonte de energia. “Nossa gordura também está relacionada a alguns processos hormonais, por isso nosso corpo não quer perder essa gordura. Então, se uma pessoa, que depois de um emagrecimento não mantém esse ritmo de vida saudável, não faz atividade física, pode, sim, perder essa massa magra e aumentar a gordura. Isso é fisiológico, vai acontecer. Ou seja, nosso corpo tem memórias.”

A especialista adianta que a mudança de hábitos é um processo. “Não é apenas com uma alimentação saudável e só praticando exercícios que vamos perder peso. É um conjunto de coisas que tem de ser feito para que possamos adquirir um novo hábito e mantê-lo por mais tempo. A associação de uma alimentação saudável, com comidas de verdade, com exercícios físicos, desintoxicações, pode levar a um novo hábito”, finaliza.


Fonte: Assessoria de Imprensa










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