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Clube de Astronomia de Itapetininga divulga fenômenos astronômicos observáveis a olho nu
 Foto: Divulgação 

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Desde o mês de março, o Clube de Astronomia Centauri de Itapetininga vem intensificando as suas atividades virtuais, já que os encontros presenciais não são mais possíveis devido à crise provocada pelo novo Corona Vírus.

Através de suas redes sociais, o Clube avisa, com antecedência, os fenômenos astronômicos visíveis a olho nu. Tais fenômenos não precisam do auxílio de nenhum aparelho ou instrumento especial, mas quem tiver um telescópio apreciará o fenômeno com maiores detalhes.

As novas medidas que buscam a contenção da propagação do Corona Vírus fizeram com que muitas pessoas passassem mais tempo em casa. Com a extensão da quarentena e do isolamento social, uma das atividades possíveis de serem feitas em casa é a observação do céu.

Dentre as possibilidades de observação do próprio quintal de casa, sem o auxílio de um telescópio ou binóculos, estão as conjunções planetárias, que acontecem quando dois ou mais planetas se encontram no mesmo campo de visão do observador. Durante todo o Inverno poderemos apreciar os gigantes gasosos Júpiter e Saturno em posições próximas ao registro do Clube Centauri feita no começo de junho.

Outro fenômeno bastante comum é a passagem de satélites artificiais como a Estação Espacial Internacional, um satélite tripulado que é um verdadeiro laboratório no espaço, responsável por auxiliar cientistas do mundo inteiro com pesquisas em condições não encontradas na Terra como a microgravidade e o alto índice de radiação cósmica.

Além da Estação Espacial, também é possível ver o “trem de satélites” Starlink, lançados recentemente para prover uma internet ao mundo todo, o famoso Telescópio Espacial Hubble e alguns satélites de comunicação. Para observa-los é necessária uma combinação de fatores que possibilitem a iluminação de sua superfície do satélite refletindo-a para observadores na Terra.

Outra possibilidade de visualização a olho nu são as chuvas de meteoros, que são pequenos pedaços de rocha e poeira espacial que ao queimar na atmosfera produzem um brilho característico riscando o céu noturno. A próxima acontecera no final do mês de julho, na madrugada do dia 28 dentro da Constelação de Aquário.

Para observar esses fenômenos astronômicos, não é preciso equipamentos sofisticados nem grandes telescópios, o olho humano é suficiente para apreciar os encantos da Astronomia.

O Clube de Astronomia, além de avisar quando os eventos acontecem, explica o fenômeno – justificando suas causas, consequências e o motivo da sua previsibilidade, desmistificando paranormalidades.

 

Para não perder nenhum evento astronômico basta seguir o Clube de Astronomia em suas redes sociais.

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Fonte: Assessoria de Imprensa










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