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Sistema de alta tecnologia reduz queda de cabelo na quimioterapia
 Foto: Divulgação 

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Um dos efeitos colaterais mais conhecidos do tratamento oncológico de quimioterapia, e que costuma causar ansiedade nos pacientes, é a queda de cabelo, ou alopecia. A fim de minimizar esse incômodo, o Instituto de Oncologia de Sorocaba (IOS) oferece um sistema de crioterapia de alta tecnologia, chamado Capelli, que reduz em mais de 50% os impactos desse efeito.

O enfermeiro Fernando Covos, do IOS, conta que a alopecia acontece porque o tratamento contra o câncer tem como objetivo destruir as células que se multiplicam rapidamente, característica presente também nas células das raízes dos fios de cabelo. “As células do folículo capilar estão em constante atividade e se multiplicam permanentemente. Por isto, elas também acabam sendo afetadas pela quimioterapia ”, explica.

O sistema Capelli é composto por uma touca rígida, feita em plástico de engenharia ABS (acrilonitrila butadieno estireno, em Português), revestida de espuma térmica de células fechadas, que faz com que o ar ultragelado circule por todo o couro cabeludo, garantindo, assim, um resultado melhor. “Ela garante um fluxo de resfriamento intenso, chegando a -35°C”, detalha o enfermeiro do IOS.  O procedimento é iniciado 30 minutos antes de começar a aplicação da quimioterapia e só é desligado de 30 a 90 minutos após a administração dos remédios. “Isso garante que os folículos capilares estejam congelados durante o pico da ação da quimioterapia”, ressalta.  Apesar da baixíssima temperatura, a sensação térmica costuma ser bem tolerável a todos os usuários, sem grandes desconfortos. 

Benefícios além da estética

A técnica em enfermagem Angélica Soares Vieira, responsável por manusear o aparelho de crioterapia no IOS, destaca os benefícios do procedimento para os pacientes. “Esse recurso ajuda na melhora da autoestima e na autoconfiança, permitindo a preservação da imagem própria. Isso cria uma atitude mais positiva do paciente diante do tratamento e da possibilidade de cura, permitindo, ainda, que ele mantenha suas atividades sociais”, afirma.










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