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Coluna Jogadores famosos que deixaram saudades - Bellini (Por Jesus Rodrigues)

Capitão do Brasil na conquista da Copa do Mundo de 1958
 Foto: Arquivo 

Bellini

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Hideraldo Luiz Bellini nasceu em Itapira/SP em 07 de junho de 1930, foi capitão da Seleção Brasileira de Futebol na conquista do primeiro título mundial em 1958, na Suécia.

Começou a jogar futebol no pequeno time do Itapiraense e depois no SãoJoanense, se São João da Boa Vista, mas se tornou famoso no Vasco da Gama, onde chegou em 1952, numa época de renovação do time, após o desmanche do famoso Expresso da Vitória. 

Bellini era um zagueiro vigoroso, raçudo, que se impunha dentro da área. Compensava a limitada técnica com muita seriedade e lealdade aos adversários, o que lhe deu o posto de capitão da Seleção Brasileira de 1958.

Consagrou-se como capitão da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1958. Sua foto levantando a taça Julis Rimet com as duas mãos sobre a cabeça é uma das marcas do futebol brasileiro, e passou a ser repetida por todo capitão ao levantar a taça.

Mauro Ramos foi seu reserva em 1958. Na copa de 1962, Bellini foi reserva de Mauro que foi o capitão.

Jogou no Vasco da Gama de 1952 a 1961.

Em 1962, foi vendido ao São Paulo F.C, entrando no lugar do zagueiro central Mauro. Ficou no tricolor paulista por seis anos e não conquistou nenhum título por lá. Encerrando sua passagem em 1967.

Foi contratado pelo Atlético Paranaense em 1968, onde jogou os anos de 1968 e 1969, quando resolveu encerrar a carreira. 

Pelo Vasco da Gama foi campeão carioca nos anos de 1952, 1956 e 1958, além de ter conquistado os torneios Rio-São Paulo de 1958 e de Paris em 1957, também pelo cruzmaltino.

Bellini foi um dos primeiros jogadores a usar a imagem publicitariamente. 

Era casado desde 1963 com Giseda, mãe de seus filhos, Carla e Junior. 

A estátua localizada em uma das entradas do Maracanã, inaugurada em 13 de dezembro de 1960, em homenagem aos campeões Mundiais de futebol de 1958, tornou-se popularmente conhecida como estátua do Bellini, mesmo não se assemelhando a ele. 

Suas pegadas foram eternizadas na “Calçada da fama” do Estádio do Ressacada do Avaí F.C, em 2011.

Bellini sofria de Mal de Alzheimer nos últimos 18 anos de sua vida. Morreu em 20 de março de 2014, na cidade de São Paulo, em decorrência de complicações causadas por parada cardíaca. 

Seu corpo foi velado no salão nobre do São Paulo F.C e sepultado em Itapira, sua terra natal, conforme seu desejo.

O cérebro de Bellini foi doado para estudar traumas do futebol.

Coluna publicada na página 20, na edição nº383, da Gazeta de Votorantim, de 26 de setembro a 2 de outubro de 2020. 









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