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Votorantim,04/05/2026

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    Médica sorocabana utiliza método multidisciplinar para tratamento da dor

    Médica especialista, Maria Beatriz Bray Beraldo, afirma que tratamento individualizado traz melhora, inclusive, na qualidade de vida


    Médica sorocabana utiliza método multidisciplinar para tratamento da dor Maria Beatriz Bray Beraldo, afirma que tratamento individualizado para dor traz melhora

    Dor que não cessa, dor generalizada, dor crônica. Existem vários tipos delas e algumas com as quais você acredita que vai precisar conviver por tempo indeterminado. Mas será que existe uma dor que não passa? De acordo com a médica especialista Maria Beatriz Bray Beraldo, pós-graduada em dor no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, para todas elas existe tratamento. É preciso buscar uma orientação médica, mesmo que a dor seja pequena. Somente uma análise precisa vai garantir um bom resultado e melhora no cotidiano de um paciente.


    “Para efetuarmos o tratamento dos pacientes com dor, devemos iniciar com uma avaliação abrangente a fim de estimar a magnitude, as possíveis causas da dor e suas consequências. Os métodos de avaliação devem ser sensíveis, específicos e mensurar a dimensão sensitiva, afetiva e suas implicações nas atividades de vida diária e prática”, explica Maria Beatriz.


    De acordo com a médica, também é preciso considerar o que isso acarreta psicológica e socialmente na vida da pessoa que sofre. Quais são os fatores modificadores da dor, a atitude do paciente frente à ela e suas crenças. Quais são as doenças causais e consequentes, antecedentes individuais e familiares, hábitos e vícios. Tudo isso é o que torna o tratamento único, individual. “O tratamento é específico para o tipo de doença que o paciente possui, pode ser medicamentoso e/ou intervencionista; por meio de bloqueios anestésicos, infiltrações e/ou associado à acupuntura e/ou fisioterapia”, completa.


    Mas quais tipos de pessoas podem ser atendidas? Segundo a especialista, pacientes, de todas as idades, com quadro de dor aguda pós-operatória, dor crônica, fibromialgia, doenças reumatológicas, cefaleias, lombalgias, cervicobraquialgias, síndrome dolorosa miofascial, entre outros.


    “Posso citar um caso em particular de uma paciente jovem, que apresentava um quadro de síndrome de dor complexa regional em membro superior, decorrente de um acidente automobilístico. Ela teve uma lesão da inervação do braço direito, apresentando como sequela dificuldade motora, trófica e muita dor. Além de ter realizado o tratamento medicamentoso, realizei um procedimento intervencionista de dor, um bloqueio específico para esses casos, e a paciente conseguiu se reabilitar, recuperando parte das sequelas e melhora do quadro de dor”, conta.


    Mesmo que o tratamento não garanta o fim da dor, com certeza, permitirá uma melhora na qualidade de vida do paciente. “Geralmente, pacientes de dor crônica já possuem lesões a longo prazo, sejam físicas ou metabólicas. Dificilmente, conseguimos extinguir a dor, mas é possível trazer uma grande melhora, diminuindo as crises e trazendo bem estar”, ressalta a especialista.


    Maria Beatriz Bray Beraldo é graduada pela Faculdade de Medicina da Pontíficia Univerdade Católica de São Paulo (PUC-SP), fez residência em Anestesiologia no Hospital e Maternidade Celso Pierro da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP), é pós-graduada em Acupuntura no Centro Especializado em Medicina Chinesa (CEIMEC), e pós-graduada em Dor no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).


     


    Fonte: Assessoria de Imprensa




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