.
.
Por Prof. Jesus Rodrigues
Ele foi a inspiração e a força propulsora do time do Real Madri, que ganhou os cinco primeiros campeonatos europeus. Este jogador louro de grande vigor afirmava ter feito sua carreira através das dificuldades em Buenos Aires, sua cidade natal. Di Stefano começou no River Plate. Foi convocado sete vezes por seu país quando seguiu outros astros argentinos, indo jogar na Colômbia, naquela época fora do comando da Fifa. Ficou no time Milionários até 1953, mudando-se, então, para o Real Madri. Sua energia e vitalidade eram imensas. Podia fazer uma jogada em sua própria área, e logo depois estar na área adversária para marcar um gol. Ele tinha um excelente controle de bola, um chute de direita poderoso e era forte e jogadas aéreas. Mas não aceitava dividir liderança com outro jogador, como descobriram muitos jogadores estrangeiros. Ferenc Puskas encontrou uma forma diplomática de conviver com ele. Eles começaram na histórica derrota do Eintracht Frankfurt, na final da Copa Européia de 1960. Naturalizado, ele jogou pela Espanha, mas não na Copa do Mundo do Chile, em 1962, devido ao que pareceu um problema diplomático. Helenio Herrera, o técnico, não gostava muito dele. Mais tarde, Stefano foi técnico do Real Madri e do Valencia.





COMENTÁRIOS