Vereador Pastor Luiz Carlos questiona atual situação do aterro sanitário
Fonte: Assessoria Parlamentar
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Divulgação Saber se a Prefeitura de Votorantim tem um planejamento para implantação de novas políticas públicas voltadas à destinação de resíduos orgânicos, compostagem ou aproveitamento energético dos resíduos sólidos, bem como questionar as condições atuais e o início de uma nova célula no aterro sanitário, foi o tema do requerimento de autoria do vereador Pastor Luiz Carlos, aprovado na sessão ordinária desta terça-feira (02), na Câmara Municipal de Votorantim.
“O Governo Municipal precisa antecipar as ações e planejar de forma que o município não tenha prejuízos, e com isso a população não sobra as consequências”, ressalta.
De acordo com o parlamentar, informações recentes das Secretarias Municipais de Meio Ambiente e de Serviços Públicos, dão conta de que o aterro sanitário municipal segue operando normalmente, estando atualmente em funcionamento, a quarta célula, cuja capacidade de operação (estimada) seria entre seis meses a um ano.
O Departamento Ambiental da Prefeitura vem realizando os trâmites e procedimentos necessários junto aos órgãos ambientais competentes das demais esferas governamentais, visando manter as regularidades legais e ambientais do aterro sanitário municipal.
Ainda conforme, o parlamentar, o crescimento populacional apontado pelos últimos levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, é um fator que impacta diretamente no aumento da produção de resíduos sólidos urbanos, no município. Diante disso, a necessidade contínua de fortalecimento das políticas públicas voltadas ao destino final ambientalmente adequado dos resíduos orgânicos.
O vereador também questiona qual a atual capacidade operacional remanescente da quarta célula do aterro sanitário municipal e qual fase se encontra os estudos técnicos ou planejamento, para ampliação do aterro sanitário, com a implantação da nova célula e se há um cronograma, tendo em vista que as secretarias estimam que a atual célula tem pouco mais de seis meses de vida útil.
Fonte: Assessoria parlamentar





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