Divulgação Gostaria de relatar uma situação que aconteceu no domingo (27/09). Eu e meu marido fomos visitar o túmulo da minha sogra, no Cemitério São João Batista, como já fizemos outras vezes.
Depois de visitarmos o túmulo, decidimos descer até a administração para tirar uma dúvida. Nem tínhamos certeza se haveria alguém no local, por ser domingo, mas mesmo assim fomos até lá.
Quando nos aproximamos da administração, fomos surpreendidos por dois cães de grande porte: um amarelo, da raça labrador, e outro preto, da raça rottweiler. Os dois avançaram em nossa direção, latindo. Passamos por momentos de muito medo.
A porta da administração estava aberta, mas não apareceu ninguém para chamar ou controlar os cães. Graças a Deus, eles não chegaram a nos atacar. Conseguimos nos afastar e ir embora, mas o susto foi muito grande.
Fiquei indignada e preocupada, principalmente pensando no que poderia acontecer se, naquele momento, fosse uma criança ou uma pessoa idosa. Talvez os cães não tivessem a intenção de atacar, mas não é possível prever uma reação nessas circunstâncias.
Entendo que os animais possam ser utilizados para a segurança do local quando o cemitério está fechado e não há pessoas circulando. O problema é que isso aconteceu durante o horário em que o cemitério estava aberto ao público, com os cães soltos e sem ninguém por perto para controlá-los.
Na frente da porta da administração havia bebedouros e alimentos para os animais. O labrador estava deitado em frente à porta. Quando nos aproximamos, ele se levantou e começou a latir. O outro cão saiu de trás, pelo outro corredor, correndo em nossa direção. Foram alguns minutos de pânico que eu não desejo que ninguém passe.
Não tivemos nem tempo de tirar fotos, porque nossa preocupação naquele momento foi apenas sair dali com segurança.
Estou fazendo este relato porque acredito que essa situação precisa ser verificada. Um local público, aberto à circulação de pessoas, não deveria oferecer esse tipo de risco aos visitantes.






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