Tempo frio contribui para o surgimento da pressão alta

Poluição, mais intensa no Inverno, também colabora para agravamento da doença.
Um estudo divulgado, recentemente, pelo Ministério da Saúde revelou que, aproximadamente, 25% da população brasileira é hipertensa, ou seja, uma em cada quatro pessoas possui algum grau de pressão alta.
Outro estudo, da Sociedade Brasileira de Hipertensão, constata uma realidade mais grave ainda: cerca de 50% dos hipertensos não sabem que possuem a doença e entre os demais, que têm conhecimento do quadro, apenas metade realiza o tratamento adequado.
Esta é uma constatação que acende o sinal de alerta, pois a doença, silenciosa, não apresenta sintomas em curto prazo. Quando as complicações se manifestam, o quadro já está avançado, como explica o médico clínico Dr. Marco Guerra, do Hospital Santo Antonio de Votorantim. “A hipertensão não tem cura, mas pode ser controlada. Se não tratada desde o início, pode motivar o surgimento de doenças graves, como as insuficiências renais e cardíacas e a perda auditiva, além dos Acidentes Vasculares Cerebrais, o AVC”, destaca.
Caracterizados pelo rompimento ou entupimento de pequenas artérias no cérebro, os AVCs causam a paralização da região cerebral atingida. Esta paralização pode comprometer funções vitais do corpo, como visão, fala, força física, sensibilidade nos membros e movimentação, podendo levar à morte, nos casos mais graves.
Outro fator preocupante para o surgimento ou agravamento dos quadros de hipertensão são os dias frios de Inverno. “As temperaturas mais baixas contribuem para a vasoconstrição das artérias, que ficam mais estreitas e fazem aumentar a pressão. Outro agravante é a exposição à fumaça e poluição, mais comum também nesta época do ano, pois o ar frio mantém os poluentes próximos à superfície, aumentando os níveis de toxidade no ar que respiramos”, alerta Dr. Guerra.
Causada pelo excesso de força exercida pelo sangue contra as paredes internas das artérias, a pressão alta pode ser motivada por diversos fatores externos e, muitas vezes, evitáveis. “Sedentarismo, obesidade, tabagismo, excesso de consumo de sal e, até mesmo, o estresse do dia a dia colaboram para o surgimento da pressão alta”, explica o especialista.
A pressão arterial normal é dividida em duas unidades: a sistólica, que é a pressão do sangue quando o ventrículo esquerdo do coração está contraído, bombeando o sangue para as artérias, com valor ideal de 120 mmHg (milímetros de mercúrio, unidade de medida de pressão). Já, a pressão diastólica é quando o ventrículo esquerdo está relaxado, enchendo-se de sangue, novamente e possui valor ideal de 80mmHg. Os dois números combinados formam a conhecida dupla “12 por 8”, pressão ideal de uma pessoa saudável. Valores acima de 140/90 mmHg já podem ser considerados hipertensão e merecem cuidados especiais, para evitar complicações.
Embora grave, a doença pode ser evitada e, até mesmo, controlada com a adoção de hábitos de vida saudáveis, evitando os fatores de risco. “Na maioria dos casos, indicamos o tratamento com medicamentos à base de losartana potássica, que age dilatando as artérias, facilitando o fluxo sanguíneo e diminuindo a pressão arterial. No entanto, com a adoção de hábitos saudáveis de vida, é possível que, em alguns casos, a doença seja controlada sem o apoio de remédios, apenas seguindo, à risca, os bons hábitos”, esclarece.
O médico ainda dá dicas de como evitar surpresas no futuro. “Qualquer pessoa pode sofrer de hipertensão, independentemente de estar, ou não, inserido nos grupos de risco. Uma dica para o controle da pressão arterial é fazer a aferição de seis em seis meses. Caso haja alguma alteração, é indicado procurar um médico”.
A hipertensão pode ser prevenida, mantendo hábitos saudáveis de vida:
· Praticar atividades físicas regularmente;
· Evitar a ingestão de alimentos gordurosos, com sal ou açúcar em excesso;
· Evitar consumir bebidas alcoólicas, que podem prejudicar o efeito de medicamentos;
· Controlar o estresse, com atividades de lazer regulares;
· Não fumar;
· Controlar o peso;
· Não interromper tratamentos médicos.
*Fonte: Hospital Santo Antonio de Votorantim. Mais informações pelo telefone: (15) 2101-0001, ou pelo site: www.hospitalsantoantonio.com.br. Endereço: Avenida Santo Antonio, 150, Barra Funda, Votorantim, SP.Poluição, mais intensa no Inverno, também colabora para agravamento da doença.
Um estudo divulgado, recentemente, pelo Ministério da Saúde revelou que, aproximadamente, 25% da população brasileira é hipertensa, ou seja, uma em cada quatro pessoas possui algum grau de pressão alta.
Outro estudo, da Sociedade Brasileira de Hipertensão, constata uma realidade mais grave ainda: cerca de 50% dos hipertensos não sabem que possuem a doença e entre os demais, que têm conhecimento do quadro, apenas metade realiza o tratamento adequado.
Esta é uma constatação que acende o sinal de alerta, pois a doença, silenciosa, não apresenta sintomas em curto prazo. Quando as complicações se manifestam, o quadro já está avançado, como explica o médico clínico Dr. Marco Guerra, do Hospital Santo Antonio de Votorantim. “A hipertensão não tem cura, mas pode ser controlada. Se não tratada desde o início, pode motivar o surgimento de doenças graves, como as insuficiências renais e cardíacas e a perda auditiva, além dos Acidentes Vasculares Cerebrais, o AVC”, destaca.
Caracterizados pelo rompimento ou entupimento de pequenas artérias no cérebro, os AVCs causam a paralização da região cerebral atingida. Esta paralização pode comprometer funções vitais do corpo, como visão, fala, força física, sensibilidade nos membros e movimentação, podendo levar à morte, nos casos mais graves.
Outro fator preocupante para o surgimento ou agravamento dos quadros de hipertensão são os dias frios de Inverno. “As temperaturas mais baixas contribuem para a vasoconstrição das artérias, que ficam mais estreitas e fazem aumentar a pressão. Outro agravante é a exposição à fumaça e poluição, mais comum também nesta época do ano, pois o ar frio mantém os poluentes próximos à superfície, aumentando os níveis de toxidade no ar que respiramos”, alerta Dr. Guerra.
Causada pelo excesso de força exercida pelo sangue contra as paredes internas das artérias, a pressão alta pode ser motivada por diversos fatores externos e, muitas vezes, evitáveis. “Sedentarismo, obesidade, tabagismo, excesso de consumo de sal e, até mesmo, o estresse do dia a dia colaboram para o surgimento da pressão alta”, explica o especialista.
A pressão arterial normal é dividida em duas unidades: a sistólica, que é a pressão do sangue quando o ventrículo esquerdo do coração está contraído, bombeando o sangue para as artérias, com valor ideal de 120 mmHg (milímetros de mercúrio, unidade de medida de pressão). Já, a pressão diastólica é quando o ventrículo esquerdo está relaxado, enchendo-se de sangue, novamente e possui valor ideal de 80mmHg. Os dois números combinados formam a conhecida dupla “12 por 8”, pressão ideal de uma pessoa saudável. Valores acima de 140/90 mmHg já podem ser considerados hipertensão e merecem cuidados especiais, para evitar complicações.
Embora grave, a doença pode ser evitada e, até mesmo, controlada com a adoção de hábitos de vida saudáveis, evitando os fatores de risco. “Na maioria dos casos, indicamos o tratamento com medicamentos à base de losartana potássica, que age dilatando as artérias, facilitando o fluxo sanguíneo e diminuindo a pressão arterial. No entanto, com a adoção de hábitos saudáveis de vida, é possível que, em alguns casos, a doença seja controlada sem o apoio de remédios, apenas seguindo, à risca, os bons hábitos”, esclarece.
O médico ainda dá dicas de como evitar surpresas no futuro. “Qualquer pessoa pode sofrer de hipertensão, independentemente de estar, ou não, inserido nos grupos de risco. Uma dica para o controle da pressão arterial é fazer a aferição de seis em seis meses. Caso haja alguma alteração, é indicado procurar um médico”.
A hipertensão pode ser prevenida, mantendo hábitos saudáveis de vida:
· Praticar atividades físicas regularmente;
· Evitar a ingestão de alimentos gordurosos, com sal ou açúcar em excesso;
· Evitar consumir bebidas alcoólicas, que podem prejudicar o efeito de medicamentos;
· Controlar o estresse, com atividades de lazer regulares;
· Não fumar;
· Controlar o peso;
· Não interromper tratamentos médicos.
*Fonte: Hospital Santo Antonio de Votorantim. Mais informações pelo telefone: (15) 2101-0001, ou pelo site: www.hospitalsantoantonio.com.br. Endereço: Avenida Santo Antonio, 150, Barra Funda, Votorantim, SP.
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