Vereador Ronaldo Camargo questiona retirada de vigilância em centros esportivos e cobra medidas de segurança
Divulgação Preocupado com a segurança dos usuários e a preservação do
patrimônio público, o vereador Ronaldo Camargo (PL) apresentou o Requerimento
nº 162/26, solicitando esclarecimentos da Prefeitura sobre a retirada ou
redução da vigilância patrimonial em centros esportivos, campos e ginásios
municipais.
O parlamentar destaca que a ausência de vigias tem
contribuído para o aumento de furtos, invasões e atos de vandalismo em diversos
espaços esportivos da cidade. Entre os casos citados estão os furtos de fiação
elétrica ocorridos por duas vezes no Centro Esportivo Recreativo Municipal
Aldovir Gori (Cermag), o furto registrado no Ginásio Poliesportivo
"Willian de Souza Ferreira", no Jardim Mirante dos OVNIs, e a
tentativa de invasão ao Ginásio Poliesportivo "Prof. João Carlos de
Camargo", no bairro Altos de Votorantim.
Segundo Ronaldo Camargo, além dos prejuízos causados ao
patrimônio público, a falta de vigilância compromete a segurança de atletas,
crianças, famílias e demais frequentadores dos espaços esportivos. “A presença
de profissionais responsáveis pela segurança traz mais tranquilidade aos
usuários, ajuda a preservar os equipamentos públicos e inibe ações criminosas e
atos de vandalismo”, ressaltou.
No requerimento, o vereador questiona os motivos que levaram
à retirada dos vigias, solicita informações sobre os prejuízos financeiros
decorrentes dos furtos e danos registrados e cobra medidas efetivas para
reforçar a proteção dos próprios públicos esportivos.
Para o parlamentar, é necessário avaliar se os gastos com
reposição de materiais furtados, manutenção corretiva e recuperação de
estruturas danificadas não acabam sendo superiores ao investimento necessário
para manter equipes de vigilância nos locais.
“Precisamos proteger o patrimônio público e garantir que
esses espaços continuem atendendo a população com segurança e qualidade.
Preservar o que é de todos também é uma forma de respeitar o dinheiro do
contribuinte”, concluiu Ronaldo Camargo.





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